quarta-feira, 24 de julho de 2013

"CUSTAR OS OLHOS DA CARA"

                  “Custar os olhos da cara”. Você já ouviu esta expressão? Sabe seu significado? Há algum tempo significava ter que pagar algo com os próprios olhos. Difícil, não acha? Pois é, povos como os gregos, germânicos, bizantinos, espanhóis e outros castigavam os indivíduos perigosos, furando lhes os olhos. Já vimos também nas histórias bíblicas que isso aconteceu com Sansão, pois era considerado um perigo para o povo filisteu. Com os olhos furados ele deixaria de ser uma ameaça para aquele povo. Galileu Galilei teve os olhos furados por se atrever a estudar o Universo.
                    Hoje, quando compramos algo com o valor elevado, costumamos dizer que nos “custou os olhos da cara”, querendo enfatizar o alto preço que pagamos pelo produto. Ainda bem que a expressão ganhou um novo sentido, você concorda?

domingo, 7 de julho de 2013

"VIU PASSARINHO VERDE"

 
 
                  Por que será que quando as pessoas veem alguém muito feliz, têm costume de dizer: "Fulano viu passarinho verde"?
                  Os mais antigos contam que quando os casais de namorados queriam trocar recados românticos usavam os periquitos ( principalmente os verdes ). A carta era colocada no bico da ave e deixada na grade da janela da pessoa amada. Quando esta a encontrava, não conseguia conter o riso, pois acreditava ser portadora de "boas notícias".
                  Na atualidade, emprega-se a expressão não só para se referir aos casais de namorados, mas a qualquer pessoa que demonstre felicidade excessiva.
                  Parece que você viu passarinho verde!!!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

"DE MÃOS ABANANDO"





           No Brasil do século XIX, era comum imigrantes europeus procurarem trabalho nas lavouras. Eles saíam cedo de casa carregando suas próprias ferramentas: foices, enxadas e pás. Dessa maneira, demonstravam disposição para trabalhar. De vez em quando, aparecia um ou outro sem ferramenta alguma nas mãos. Como diziam, vinha "de mãos abanando", o que passava a ideia de que a pessoa não era acostumada ao trabalho pesado `(já que não tinha suas próprias ferramentas) ou, pior, que era preguiçosa.
           Hoje, a expressão "chegar de mãos abanando" serve para indicar muitas situações. Por exemplo, demonstra que a pessoa não tem nada nas mãos quando chega a um determinado local, em geral está sem o que se esperava que pudesse ter ou apresentar. Também pode demonstrar que a pessoa não tem bens ou riquezas.

Texto: Sueli Ferreira de Oliveira

terça-feira, 18 de junho de 2013

Proinfo - atividade 2.1

Conhecendo os portais

Navegar na Internet, percorrendo livremente alguns portais específicos, nos têm feito descobrir grande apoio pedagógico, pois podemos utilizar o Portal do Professor, Porta Curtas Petrobrás, Planeta Educação entre outros. Nesses portais, encontram-se exemplos de projetos, sugestões de atividades e vídeos úteis aos educadores que buscam meios para despertar o interesse dos estudantes, tornando  suas aulas mais atraentes.

terça-feira, 11 de junho de 2013

 
 
Proinfo - atividade 1.6
 
 








ROTEIRO
 

Nome do cursista: Lucineide de Oliveira Lima
                                Rozenilda de Fátima Maciel de Assunção

          Projeto: Contos Dramatizados
              Serie: 1º ano

Descrever: por que escolheu esse projeto?

Na atualidade a leitura é muitas vezes relegada a um segundo plano em virtude do crescente predomínio da imagem. No entanto, é preciso entrar em contato com o que há de mais importante em nossa literatura, resgatando e estimulando o contato com o texto, mantendo também o encontro com nossas origens sociais. A leitura de relevantes autores nacionais permite compreender melhor o mundo em que vivemos e como nele atuamos para que sejamos capazes de agir no sentido de transformá-lo.  Através desse projeto, acredita-se ser possível despertar o interesse dos estudantes pela leitura, pois os contos são textos curtos que não enfadam aos que não têm hábito de ler, e o envolvimento com recursos tecnológicos servirá como incentivo à produção do trabalho de dramatização.

Como foi desenvolvido?

               - Leitura de diferentes contos e autores compartilhada pelos estudantes;
- Biografia compartilhada;
- Interpretação de texto;
- Escolha do conto ( “ A partida” de Osman Lins)  para dramatização e filmagem;
- Apresentação dos vídeos  para a sala;
- Publicação do vídeo no You Tube.  
    
Quais conceitos curriculares os alunos utilizaram?
- Leitura e interpretação de texto;
- Gênero textual: conto;
- Elementos da narrativa.

Quais recursos tecnológicos foram utilizados?

DVD, câmera. DATASHOW, celular, utilização do YOU TUBE para postagem e comentários.

Cite os principais pontos positivos dessa experiência e os pontos que suscitaram preocupações ou dúvidas.


Cada grupo se reuniu e seus integrantes decidiram como seria feita a dramatização e filmagem. Apesar de alguns estudantes não concluírem o trabalho, foi muito gratificante ouvir a maioria contar da experiência de atuar, produzir um filme e dizer que compreendeu melhor sobre o gênero textual e seus elementos. Alguns ficaram ansiosos por fazerem novos trabalhos, utilizando recursos tecnológicos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

REFLEXÕES ACERCA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA


                 Como se vê, desde a primeira atividade, o assunto sobre o qual estamos em debate, gira em torno de informações, conhecimento e o grande desafio que está sendo para os professores, adaptarem-se a essa nova era tecnológica.

                 O “ser professor”, na atualidade, requer uma aprendizagem continuada para que através dessa aprendizagem possa nortear os educandos em relação às exigências da atual sociedade tecnológica. Se o sistema exige que o professor seja um organizador de conhecimento para atender à demanda social em busca de qualificação para os vários segmentos empresarias, deve também preparar esses profissionais para que se adaptem às suas exigências. Dessa forma a aprendizagem passa a ser continuada tanto para quem ensina quanto para quem aprende.

                Segundo José Armando Valente,” A formação de qualquer indivíduo, para viver e ser capaz de atuar na sociedade do conhecimento, não pode ser pensada como algo que acontece somente no âmbito escolar”. Se hoje vivemos em uma era que nos fornece através de internet, televisão, rádio etc., as mais variadas informações, sabemos que há também profissionais na educação que vieram de um passado menos exigente, ou que, além disso, não têm acesso a tantos recursos. Já que  essa formação não ocorre apenas no âmbito escolar, mas é nesse mesmo espaço que os profissionais precisam ser organizadores de conhecimento, não adianta nada a cobrança a essa classe se não houver preparação para os que nele atuam.

                Professor Ladislau já afirmava em 2004 que a escola precisa ser mais organizadora de conhecimento e menos lecionadora. Porventura ocorrerá essa organização sem capacitação profissional?  Acredita-se que à medida que for sendo feita essa capacitação, estarão prontos para a demanda social os que superarem os desafios e se adaptarem a nova era tecnológica. Nesse sentido, cumpre-se o que se chama de aprendizagem continuada que possibilita cada um manter-se em sua posição de trabalho.

Texto: Lucineide de Oliveira Lima